domingo, 26 de junho de 2016

CDD - CUrreios - Curitiba

O ”Triângulo das Bermudas”, mais conhecido como CDD Correios - Curitiba, não devolverá seus produtos comprados na China nunca mais! 

Por algum motivo bizarro - que deve envolver magia negra das bravas - as encomendas chegam em Curitiba e nunca mais saem, tenho produtos comprados em novembro de 2015, que chegaram àquelas paragens curitibanas em dezembro de 2015 e até agora [seis meses depois] ainda nem sequer saíram de lá!


E o pior, é que se a galera do mal que TALVEZ tenha enviado produtos "gatos por lebre" foi a quem você comprou, o prazo para entrar com uma disputa e tentar reduzir o prejuízo já se foi! Será que os Curreios me indenizam?

Dizem as más línguas, inclusive, que é pra lá que vão as canetas Bic desaparecidas. Tamanho mistério nem mesmo o Globo Repórter conseguiu decifrar... [Vejam hoje, no Glooobo Repórter: a vida secreta nas cavernas dos Correios em Curitiba] Alguém chama Scooby-Doo, James Bond e os X-Men pra resolver esse mistério!
 comora-china (4)
Foto: Diva da Depressão

P.S. Por inteira falta de saco, o texto acima foi parcialmente transcrito de uma postagem maior, pescada na internet... o caso é que tem tanta gente assinando a postagem que ficou difícil colocar o autor a quem plagio parcialmente -  ao autor os meus parabéns pela criatividade e peço a licença!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O assalto na cobrança de impostos no Brasil.

Acreditem! Eu paguei R$60,00 (sessenta reais) por uma pistola de cola quente!
Fui buscar uma encomenda nos Correios, chegando lá a encomenda estava num pacotinho, que eu julguei ser um jogo de brocas especiais, bem caras no Brasil. Não é permitido abrir o pacote, então paguei o imposto cobrado pela Receita Federal do Brasil nesse valor absurdo. Detalhe: a pistola foi enviada sozinha, avulsa do restante dos outros produtos que comprei. Não sei por que cargas d'água, foi enviada assim, mas o que temos que perceber, é que a Receita Federal do Brasil, cobrou um valor, aleatoriamente, tipo assim: "Ah, eu acho que aqui dentro tem algo que vale R$100 reais, então eu vou cobrar R$60!" Não verificam o que é, não dão atenção à descrição ou ao valor do produto na etiqueta. Simplesmente jogam um valor qualquer, se colar, colou!

Eu fico pensando, será que é ordem do Governo Federal?! Pois nos últimos 4 meses, qualquer coisa que eu compre no exterior, mesmo que esteja dentro da alíquota permitida, mesmo que seja produto não tributável, mesmo que protestemos em formulários chatissimos e esperemos meses pelo resultado do protesto, ainda assim, é imposto o valor, às vezes até, aumentado, depois do protesto!!!!!

Deve ser a necessidade de tapar o rombo ou o roubo nos cofres públicos, que o Governo mesmo fez, com a cobrança dos impostos... INJUSTISSIMA!!!

Como sempre temos que 'pagar o pato', de qualquer jeito.

O Brasil sempre foi, é e continuará sendo uma esculhambação no que tange as arbitrariedades do Poder Executivo! É uma pena que não exista uma órgão acima da Receita Federal a quem possamos reclamar os dismandos dessa!

Paguei R$ 60,00 por um produto que custou R$6,00!
Fui roubado oficialmente.. ou seria oficialmente roubado? Já viram isso????

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Nas mãos dos poderosos



A obsolescência programada para produtos é uma realidade.

As empresas fazem produtos para consumo que não duram, forçam-nos a comprar outro, pois o conserto não é viável.

O caso mais efetivo é o das impressoras Epson. Todos sabem que depois que a impressora dessa marca imprime uma quantidade de cópias, geralmente 10.000, ela trava e as luzes ficam todas piscando. Se levarmos na assistência técnica (não autorizada) o pessoal destrava e tudo volta ao normal. 

Existia até a possibilidade de fazer isso em casa mesmo, baixando o resetter,um programinha do "submundo" que zerava aquela contagem! Isso, no passado, existia, agora a Epson resolveu sabotar mesmo as nossas impressoras. Se você se cansou de pagar por cartuchos que imprimiam 20 páginas e pedem para serem trocados, instalou um “Bulk Ink”, aquelas garrafinhas de 50ml que alimentavam de tinta cartuchos genéricos... agora não dá mais! 


A Epson faz uma atualização online na impressora, que ao detectar o “chip imortal” dos cartuchos genéricos trava o sistema, acende perpetuamente a luz de recarga, que não apaga nem com os cartuchos originais, trava a função cópia tipo xerox e você fica com o prejuízo, sem imprimir, tentando trocar o cartucho.


Não tem downgrade, que é um método que os crackers criaram para tentar desatualizar a impressora e reverter a sabotagem, não tem mágica. A Epson incorporou as garrafinhas de tinta nas impressoras que são vendidas pelo dobro das impressoras convencionais, e a tinta se você quiser pagar por essa "benevolência" da Epson, também é caríssima.


É o fim da picada! Ficamos nas mãos de governos corruptos, policiais violentos, bandidos “vira-lata” e de colarinho branco, e também das empresas?


Tudo continua do mesmo jeito, desde que o mundo é mundo, a população é explorada para sustentar a safadeza dos poderosos. Mas como eles são poderosos, se nós somos a maioria?


Se eles não nos deixam sonhar, então não vamos deixá-los dormir!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A quadrilha chegou no interior

Um problema comum nos grandes centros, agora é típico em cidades do interior, como Garanhuns. Como se não bastasse no Festival de Inverno e de Jazz em Garanhuns, sermos extorquidos por guardadores de carro, que reservam vagas na rua e chegam a cobrar dez reais para “guardar” os carros, agora é cotidiano o cidadão ser ameaçado por “flanelinhas” que agem em grupos sempre que há uma aglomeração de carros. 

Nas ruas do entorno da Feira da CEAGA indivíduos abordam todos os motoristas que estacionam, para soltar a máxima: “Estou olhando aí, doutor...!” Como se a rua fosse de sua propriedade ou o poder público tivesse delegado a eles a nossa segurança! Se algum corajoso se nega a pagar os “dois real”, terá o carro arranhado ou se for uma senhora ou moça, além disso, receberá uma ameaça velada do tipo “melhor pagar do que ter problema”! 

No centro da cidade, mesmo na área de Zona Azul existe guardador de carro, que cobra pelo bilhete, de forma descarada, R$2 (dois Reais), o bilhete que deveríamos pagar apenas uma unidade da moeda. 

Ainda que digamos que temos o bilhete, ele pede um real ou um bilhete em branco para “não ficar no prejuízo”. Depois que recebem, vão juntar-se ao grupo, que geralmente fica nas proximidades, consumindo álcool ou fumando. 

No Parque Euclides dourado, destino de muitas famílias nos finais de semana é comum sentir no ar, a fumaça proveniente dos cigarros de maconha. Os usuários da pista de cooper passam mais próximos desses usuários, que também em grupos, ficam entre os eucaliptos nas proximidades da pista de exercício, algumas vezes com batucada, onde "dançarinos" ensaiam passos repletos de obscenidades, aos pares, parece mesmo uma simulação do coito.

O cidadão não pode frequentar essa parte do espaço público com os filhos, pois ficaria difícil explicar-lhes o que acontece e muito menos livrá-los a cena.

Quando o Parque fecha as 20:00h, a horda regressa aos bairros periféricos, alardeando baderna pelas ruas, chegando a assustar as crianças, pois a movimentação parece um arrastão. Quando não, transferem-se para a Praça Souto Filho, mantendo o barulho e pisoteando plantas e gramado, ainda consumindo entorpecentes.

Mesmo reclamando ao 190 da Polícia, ou mesmo aos policiais ou guardas, que às vezes, estão nas proximidades, nada muda. Leva-nos a crer que ou os agentes da lei, estão em sociedade com os facínoras, ou são incompetentes para resolver isso.