segunda-feira, 31 de março de 2014

Snegami

 Confiança

 Curtição

 Próxima grande viagem

  Um lugar para morar

 Novos Piratas

The Lord

Pra minha filha parar de quebrar um fone por semana

domingo, 30 de março de 2014

A Janela de Overton

Para quem gosta de um enredo em torno de tramas políticas é uma boa pedida o romance "A Janela de Overton".  Esse conceito certamente empregado pelos controladores da opinião é bem exemplificado no desenrolar da estória. Certamente o autor encontrou muitos exemplos na vida real para detalhar as tramas vividas no livro.

Uma leitura fluida e dinâmica na maior parte do tempo. Vale a dinheiro.

O que não combina muito, a meu ver, é o final que fica em suspenso, e em desequilíbrio com o desenrolar e dinâmica no trajeto das personagens.

Imagino que o autor queira dar continuação à trama, pra mim isso é melhor num filme, não para um livro.

Não sei se só foi na impressão que comprei, mas o texto trazia alguns erros de concordância e até ortografia! Talvez tenha comprado de uma tiragem de teste, mesmo porque comprei num sebo, o livro novo, pela metade do preço da livraria.

Pra quem tem curiosidade sobre o que seja o conceito da Janela de Overton: ele fala de como uma condição é aceita num dado momento, pela sociedade. Essa aceitação muda de acordo com a opinião contituída na população pelos "formadores". Então a janela é deslocada contra ou a favor de uma ideia em prol dos interesses de quem financia a campanha da mudança de opinião. Veja abaixo um exemplo.




quarta-feira, 19 de março de 2014




domingo, 16 de março de 2014

Pare de comparar sua vida com relatos de seus amigos em redes sociais




Enfrente o problema: não importa onde você esteja, mesmo no trabalho, sentado à uma mesa e olhando para um monitor de computador o dia todo, ou numa palestra chata, que você não quer ir, provavelmente que, a fim de livrar-se do tédio, você vai para a Internet, e mais especificamente, para as redes sociais. 
 
Mesmo quando acorda de manhã, a primeira coisa que você faz é pegar o seu celular e visualizar as "notícias" para se manter a par de todos os últimos acontecimentos e dramas da vida, e só depois, irá em sua viagem através do mundo real. E se você estiver de folga, você não pode deixar de ir no Twitter ou Facebook ou Instagram também.

Eu não estou dizendo que a mídia social é uma coisa ruim, não. Ao contrário! Sempre que você vê as páginas de outras pessoas em redes sociais, afastando-se da realidade em sua cabeça, você pensa que sua vida é pior do que a do outro, não é tão divertida e tão bem sucedida. Você começa a perder a confiança em si mesmo e em suas habilidades: "Onde eles estão, e onde eu estou?" E em silêncio foge para a inveja. 
 
Você deve parar de fazer isso, porque você não pode ver o que realmente está escondido atrás da vida que eles expõem! No espaço virtual, as pessoas compartilham apenas os momentos mais brilhantes e os melhores, mas ninguém mostra que sua vida, algumas vezes, é muito prosaica, porque é chato e não é interessante. 
 
Imagine se você acordasse todas as manhãs e lesse as "notícias" no Tweet como "Mais uma vez dormi # oops", "adormeci ontem à noite quando eu assistia televisão # raiva!" ou "Hoje eu queria uam promoção no shopping".
 
O que há de mais legal na vida online é que se pode literalmente editar a vida, fazê-la parecer melhor do que realmente é. Você pode escolher o que escrever, basta adicionar as melhores fotos, passadas por filtros do Instagram. Nas mídias sociais tudo se transforma em uma grande fachada. E a culpa é de todos nós. 
 
Nunca se esqueça de tirar fotos dos lugares legais que visitou, só dos ângulos legais, e espalhá-las no Facebook.  Faça upload das fotos para sua página, fique olhando e esperando os "seguidores" dar os "likes" e os comentários, e depois de lê-los, sentir-se que é melhor que os outros, porque tem algo a ser invejado. 
 
Ninguém intencionalmente tenta fazer com que os outros pensem que sua vida seja uma merda. Eles só querem chamar a atenção.

Deve-se sempre ter em mente uma coisa: a verdade, mesmo amarga, é que a vida de cada pessoa, sem exceção, é, por vezes, um pouco chata. Mas se não fosse assim, não poderíamos apreciar aqueles momentos em que podemos finalmente fazer uma pausa do trabalho e da rotina diária e ter recursos para sair para se divertir e ter um grande momento. Vivemos em um mundo onde você precisa trabalhar duro para alcançar um sucesso merecido. Lembre-se que, mesmo se o seu amigo no Facebook é o herdeiro do trono, ou apenas tem uma mente extraordinária e talentos únicos, suas conquistas nada tem a ver com a sua vida, não há necessidade de compará-las.

É importante ressaltar a forma como percebemos a nós mesmos e não a opinião de outras pessoas. Trabalhe duro, trabalhe por si mesmo, e você terá a certeza de alcançar a altura desejada. Pare de comparar sua vida com os outros, e navegar em páginas de redes sociais em busca disso. Perceba que elas não são verdadeiras, mas apenas a imagem editada, criada exatamente para criar essa impressão de verdade. Não deixe que isso te faça duvidar de seu próprio sucesso.
 
 

sábado, 15 de março de 2014

Cinema x Casamento


NO FILME
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Em casa... Eu sou o primeiro a usar! ... Oh, bl ... Vamos lá ... Eu quero
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NO FILME
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Na realidade
Ela: Oh meu Deus, minhas costas.
Ele: Porra, aquela era a minha caneca favorita!
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NO FILME
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Casados (sem comentário)
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NO CINEMA  - Foi delicioso ...
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Entre casados
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NO FILME: Você não vai acreditar, mas eu há muito tempo sonhava com essa noite incrível com você.
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Na realidade (Deve ser "ele" a limpar isso tudo...)
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quarta-feira, 12 de março de 2014

Vacina contra HPV, vacinar ou não?

Se você vai ler isto é porque alguém que você ama vai se submeter à vacina, ou vai tomar as outras doses.

Antes que tudo, eu te diria, que no teu lugar não a vacinaria.

Envolto ou não numa teoria da conspiração, eu penso que as vacinas não são boas, e numa hipótese sobre o mal, numa possível e aceitável teoria de controle populacional, eu pergunto: por que as meninas de 11 a 13 anos? Essas estão na faixa de tornar-se "moça", ovular. O HPV é vírus transmitido pelo contato sexual, ora.., as meninas que estão em vias de contato sexual estão quatro ou cinco anos mais velhas que isso, por que então não são essas o alvo da vacina? Bem, na Europa, Ásia e Estados Unidos, muitos pais não deixam que suas filhas sejam vacinadas, há relatos de esterilidade entre outros males.

Abaixo temos um texto de um especialista, texto esse que para mim parece um alerta, leia e faça suas próprias conjecturas. Foi publicado originalmente na revista SUPERINTERESSATE, consulte a matéria clicando aqui.


Nadando contra a corrente das ideias predominantes na medicina tradicional, quero erguer minha voz contra o que considero uma imposição impiedosa e indefensável no mundo moderno: as vacinas. Nascido numa família de médicos e profissional da área da saúde há 20 anos, durante muito tempo relutei em ponderar sobre esse assunto, ante o medo irracional dos micróbios e suas doenças. Depois de muitos estudos, posso afirmar que as vacinas não só não evitam complicações de saúde, como podem até matar. Tenho quatro filhos, nunca os vacinei e eles, na faixa dos 4 aos 17 anos, são bastante saudáveis.

Como biogenia sei que a saúde não é conseqüência da administração de medicamentos e vacinas. A biogenia vê a saúde como fruto de hábitos saudáveis e da obediência às leis naturais – uma fórmula baseada em água pura, ar puro, alimentos puros. A doença, por sua vez, é fruto da transgressão aos padrões da natureza. Além e não colaborarem na preservação da saúde, as vacinas podem causar inúmeros problemas ao organismo.

Vacinas são poções constituídas de microorganismos mortos ou atenuados que, introduzidas no corpo humano, estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos contra um invasor. O nome, originário da expressão latina materia vaccinia, lembra a experiência pioneira do médico inglês Edward Jenner, que, em 1796, inoculou, numa criança, soro de varíola bovina, supostamente imunizando-a contra o mal. Segundo a teoria predominante, a vacina gera uma memória reativa que permite ao organismo defender-se do agente patológico. O que poucos sabem é que esta é uma teoria não comprovada que, portanto, não goza de um fundamento científico sustentável.

A crença nas imunizações apóia-se, sobretudo, na “teoria dos germes” de Louis Pasteur, o famoso químico francês do século XIX. Pasteur acreditava que a limpeza reina em nossas células e que todos os micróbios responsáveis pelas doenças procedem do exterior. Deduziu, então, que a um germe específico corresponderia uma única doença, cuja prevenção seria possível mediante a aplicação de uma vacina. Um raciocínio perfeito, não fosse a oposição dos fatos.

A ciência atual demonstra que apenas uma parte dos indivíduos que entram em contato com germes adoecem, o que ressalta a evidência de outros fatores por trás dos sintomas das moléstias. Micróbios vindos de fora têm baixa capacidade reprodutiva, estão inativos e são inócuos. Dificilmente seriam a causa principal de desordens orgânicas. Sabe-se também que o ser humano possui dez vezes mais bactérias do que células, fato que, em vez de anomalia, parece ter origem no sábio equilíbrio da natureza. Afinal, bactérias alimentam-se de matéria em decomposição, toxinas, e cumprem, no interior de nosso corpo, a função de “limpadoras” especializadas. Sem elas, certamente morreríamos.

Um fato histórico, ocorrido em 1890, ilustra de modo irrefutável o que aqui expomos. Naquele ano, em Munique, Alemanha, o Prêmio Nobel de Medicina Robert Koch debatia com o cientista Max Pettenkofer a respeito da ação dos germes quando, subitamente, este último arrancou das mãos de Koch a proveta na qual o médico exibia uma cultura da bactéria do cólera. “Vosso bacilo não é nada, o que conta é o organismo”, disse Pettenkofer. Em seguida, diante da platéia horrorizada, sorveu até a última gota o conteúdo mortal do tubo. “Se a vossa teoria estiver certa, em 24 horas serei um homem morto”, completou o desafiante. Pettenkofer ainda viveu muito tempo após o episódio e Koch, ironicamente, foi o único a adoecer.

O sonho da imunização por meio de vacinas é uma afronta aos direitos individuais. Antes do final da Segunda Guerra Mundial não havia campanhas amplas de vacinação e, muito menos, obrigatoriedade da aplicação de certas vacinas. Surpreende que tudo isso ocorra na atualidade, apesar de os cientistas continuarem sem saber como as vacinas funcionam e sequer haver um padrão científico para produzi-las.

Há três anos, a Associação Francesa de Poliomielite constatou que a quase totalidade dos casos de poliomielite nos Estados Unidos surgiram em crianças que receberam a vacina oral. Outras vacinas predispõem ao diabete e à síndrome da morte súbita (choques alérgicos fatais). Ao exaurirem e intoxicarem o organismo, elas podem contribuir para casos de encefalite, câncer e Aids. É compreensível: todas elas contêm substâncias tóxicas, como o mercúrio, DNA de animais doentes, pus e outros produtos usados para ativar a produção de anticorpos.

Aos defensores das vacinas deixo aqui um desafio: continuem se expondo a dezenas dessas poções e mantenham-se saudáveis – se puderem.


O autor, Fernando Travi é fundador da Sociedade Biogênica Brasileira.

Termo de Recusa da Vacina

terça-feira, 11 de março de 2014

Repost

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A vida cotidiana de homens e mulheres comuns, é regrada pela sociedade do consumo, há uma transformação do indivíduo numa mercadoria, numa coisa, e assim é tratado como tal. Mudanças culturais e sociais nas últimas duas décadas são suficientes para falarmos em um novo período histórico.

Há uma nova percepção do mundo, nas cabeças da última geração, uma hierarquia de valores que, entre outras coisas, descarta a idéia de um tipo de regulamentação normativa da comunidade humana, sem regras, assume-se que todos se equivalem, como coisas, mais uteis ou menos uteis, mais usáveis ou descartáveis em um dado momento. Todos são igualmente bons ou maus, sem que isso seja realmente relativo ao seu significado, adota-se a subjetividade como marco julgador, enfim, uma ideologia que se recusa a fazer julgamentos baseados em ética, só em pressupostos de utilidade pessoal. Recusa-se a debater seriamente questões relativas a modos de vida viciosos ou virtuosos, pois, no limite, acredita-se que não há nada a ser debatido.

Compreender esse tipo curioso e em muitos sentidos misterioso de sociedade que vem surgindo ao nosso redor faz-nos investigar que movimentos levaram a tais transformações, talvez a revolução do trabalho, no ensino, o debate do pertencimento ou o feminismo... contudo resta a necessidade compulsiva e as vezes obsessiva de auto-afirmação, de afirmação sobre o outro, sobre o social enquanto movimento, sobre os valores tradicionais.

Tudo é temporário. Incapaz de manter-se. As instituições, quadros de referência (vide Foucault), estilos de vida, crenças e convicções mudam antes que tenham tempo de se estabelecer em costumes, hábitos e verdades. Nada como antes, nenhuma mudança busca mais a enrraização, tudo é volátil. Os empregos, o know-how, os relacionamentos. Tudo tende a permanecer em fluxo, desregulados, flexíveis demais (usando o melhor termo para expressar).

O "para sempre" dura 20 anos, dois anos, alguns meses. Quais as consequências dessa situação? A lógica do indivíduo desaparece, não sabemos o que esperar de ninguém na medida que os próprios valores são voláteis ou não existem mais. O que esperar do cotidiano? No trânsito onde mata-se por nada, no trabalho sem o coleguismo, no aproveitar-se de tudo e todos em prol de interesses sempre subjetivos. Não há coletividade, não há parceria, deixou de haver lealdade.

Todos os aspectos da vida são afetados quando se vive a cada momento sem que a perspectiva de longo prazo tenha sentido. Não se faz mais planos por que não há identidade fixa. O ser humano é cada vez mais individualista, e nessa individualização é cada vez mais só. Ele
precisa do outro como o ar que respira, mas ao mesmo tempo, ele tem medo de desenvolver relacionamentos mais profundos, que o imobilizam, num mundo em permanente movimento, cheio de possibilidades, mas totalmente fluido, sem solidez.

Antes as ameaças eram óbvias, os perigos eram mais palpáveis e não havia mistério sobre o que fazer para neutralizá-los ou ao menos aliviá-los. Os riscos de hoje são de outra ordem, não se podendo sentir ou tocar muitos deles apesar de estarmos todos expostos, em algum grau a suas consequências. Antes a sociedade era menos ansiosa e tinha uma vida mais segura e estável. Hoje não podemos medir a fortaleza de uma relação pelos seus pontos fortes construídos por todos, mas pelos pontos fracos, que pela subjetividade vai depender só de um.


Por Marcos Miliano - baseado em Zygmunt Bauman.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Senhores de coisa alguma

A solidariedade é característica de todo animal, temos exemplos de cães que adotam gatos, de lobos que adotam crianças. Mas a maldade de colocar um cão amarrado dentro de uma sacola e abandonar para morrer é um requinte exclusivo apenas do ser humano, na minha opinião o pior dos animais. Pois tendo a capacidade da razão consegue desempenhar o mal apenas por deleite.

Os cães são animais "divinos", quem já teve uma relação de amizade franca com um animal é capaz de testemunhar as maravilhas de suas atitudes e devoção sem limites.

Damos sempre as sobras de tempo, atenção, carinho, amor... e recebemos deles tudo integralmente!
Felizmente existe gente que entende não ser o Senhor de coisa alguma, principalmente de animais.























sexta-feira, 7 de março de 2014

Etnocentrismo

Dentre todos os deuses de todas as civilizações, qual civilização tem a crença certa?
Um vídeo bem humorado, genial. Não recomendado para religiosos sensíveis. rsrsr.
Vale a vista, se olhar direitinho e pensar direitinho, vai acabar acendendo uma luz!
Se a luz acender, você (religioso sensível) pode deixar de ser... mas "agarantcho" que continuará sensível.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Civil ou silvícola?

Escândalos, paixões e correrias
Tem sido assim os meus dias
Pela cidade de Ilhéus
Todas caem no meu laço
Desde a filha de Maria
À bailarina dos véus
Das damas às cozinheiras
Ninguém resiste ao mormaço
Das minhas doces olheiras
Falante, elegante, mau-caráter
Cafajeste irresistível
Grande galanteador
Também um sóbrio chefe de família
Liberal
Conservador
Sou amigo dos amigos
Mas se é por uma donzela
Posso até ser surpreendido
Fugindo pela janela
Ah, eu vivo entre mulheres levianas
Raparigas, solteironas e viúvas
Sirigaitas, doidivanas
Perfumes, leques e luvas
Aprendi que em cada uma
Há um gosto que é só dela
Que vai do sal do veneno
Passando pelo sem gosto
Até o cravo e a canela
Até o cravo e a canela...

quarta-feira, 5 de março de 2014

"Todos somos ignorantes. A diferença é que nem todos ignoramos as mesmas coisas."
Albert Einstein