terça-feira, 20 de setembro de 2011

Por que os pais gritam...
































quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Kung Fu Panda 2 - Imagens em Hi-Definition


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KUNG FU PANDA STUFF

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Pirâmides Submersas no Japão



A descoberta conhecida como "O monumento de Yonaguni" é datada de entre 8 e 10 mil anos antes de Cristo, é uma enorme formação rochosa submersa na costa da Yonaguni , a mais meridional das ilhas Ryukyu do Japão. Há um debate sobre se o lugar é totalmente natural, ou um local natural que tenha sido modificado, ou um artefato feito pelo homem.

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O mar fora de Yonaguni é um local popular de mergulho durante os meses de inverno devido à sua grande população de tubarões-martelo. Em 1987, enquanto procurava um bom lugar para observar os tubarões, Kihachiro Aratake, um diretor do Yonaguni-Cho Associação de Turismo, notou algumas formações singulares no fundo do mar semelhante arquitetônicamente a estruturas. Pouco tempo depois, um grupo de cientistas dirigido por Masaaki Kimura da Universidade do Ryukyus visitou as formações. Kimura é um forte defensor da visão de que as formações são artificiais (feitas pelo homem).

A formação se tornou uma atração para mergulhadores, apesar das fortes correntes . Em 1997, o japonês industrial Yasuo Watanabe patrocinou uma expedição informal composta pelos escritores John Anthony West e Graham Hancock , o fotógrafo Santha Faiia, o geólogo Robert Schoch, alguns mergulhadores e instrutores de esporte, e uma equipe de filmagem para Canal 4 britânico como também o Discovery Channel. Outro visitante notável foi o mergulhador Jacques Mayol, que escreveu um livro sobre seus mergulhos em Yonaguni. Uma placa em sua homenagem foi fixada para as formações submarinas após seu suicídio em 2001.

O Monumento é composto em média por uma muito fina formação de arenitos e argilitos do Mioceno Inferior, depositados cerca de 20 milhões de anos atrás. A maioria das formações significativas estão ligadas à massa da rocha subjacente (em oposição ao que está sendo montado fora de rochas independentes).

A formação chamada de "Turtle A"

A principal característica (do "Monumento" propriamente dita) é uma formação retangular de cerca de 150 por 40 m que chega a 27 m de altura; o topo é cerca de 5 m abaixo do nível do mar. A maior parte de sua superfície do topo consiste de uma complexa série de terraços e passos largos, principalmente retangular, delimitada por paredes verticais.


Alguns de seus detalhes peculiares incluem:

Dois pilares espaçados que se erguem para oito metros da superfície;
O "Road Loop", de 5 m de largura uma borda que circunda a base da formação em três lados;
O "Totem", uma coluna de pedra de cerca de 7 m de altura;
O "muro de separação", uma linha reta de parede 10 m de comprimento;
O "Gosintai", uma pedra isolada descansando sobre uma plataforma baixa;
A "Tartaruga", uma plataforma em forma de estrela de baixa;
O "Pool Triangle", uma depressão triangular com dois grandes buracos em sua borda;
O "Palco", uma rocha em forma de L.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Como se fosse a primeira vez



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50 First Dates é um filme americano lançado em 2004, do gênero comédia romântica, uma ode ao amor verdadeiro e desinteressado. Parece-me que é o que todos querem... mas não sabem como mantê-lo.

Sinopse

Henry é médico veterinário no Havaí e, geralmente, procura ter casos com turistas agradáveis porque não quer se prender a ninguém. No entanto, conhece por acaso Lucy, e se apaixona. Lucy sofre de uma doença por conta de um acidente que sofreu com seu pai, Marlin. Ela tem toda sua memória até o dia do acidente guardada, mas não consegue mais guardar novas informações, ou seja, a cada dia que amanhece, sua memória recente é apagada e ela não se lembra de ter conhecido Henry. Então Henry enfrenta tudo para tentar tornar essa doença menos triste para os que sofrem com Lucy e conquistá-la todos os dias como se fosse a primeira vez.

Elenco

Adam Sandler ....Henry Roth
Drew Barrymore .... Lucy Whitmore
Rob Schneider .... Ula
Sean Astin .... Doug Whitmore
Blake Clark .... Marlin Whitmore
Lusia Strus .... Alexa
Dan Aykroyd .... Dr. Keats
Amy Hill .... Sue
Allen Covert .... Tom
Maya Rudolph .... Stacy
Pomaika'i Brown .... Nick
Jonathan Loughran .... Jennifer

Download do filme em rmvb dublado

http://1.bp.blogspot.com/-sAoMoeWltAY/TmaLW1HVsvI/AAAAAAAAC9o/ExUkrBhRUUI/s1600/69.jpg

Como Se Fosse a Primeira Vez - Trilha sonora


1 - Wouldn't It Be Nice
Escrita por Brian Wilson, Mike Love e Tony Asher.
Interpretada por The Beach Boys.

2 - Pressure Drop
Escrita por Toots Hibbert.
Interpretada por Toots & The Maytals.

3 - From tha Chuuuch to da Palace
Escrita por Snoop Dogg (as Calvin Broadus), Pharrell Williams, Chad Hugo e R. Kelly.
Interpretada por Snoop Dogg.

4 - Another Day
Escrita por Paul McCartney e Linda McCartney.
Interpretada por Paul McCartney.

5 - Over the Rainbow
Escrita por E.Y. Harburg e Harold Arlen.
Interpretada por Israel Kamakawiwo'ole.

6 - Could You Be Loved
Escrita por Bob Marley.
Interpretada por Bob Marley e The Wailers.

7 - Is This Love
Escrita por Bob Marley.
Interpretada por Bob Marley e The Wailers.

8 - Amber
Escrita por Nick Hexum.
Interpretada por 311.

9 - Aloha Ka Manini
Escrita por Lot Kauwe.
Interpretada por The Makaha Sons of Ni'ihau.

10 - Hawaii Five-O
Escrita por Morton Stevens.

11 - Throw Away the Gun
Escrita por Jason Hershey.
Interpretada por O-Shen.

12 - Hold Me Now
Escrita por Alannah Currie, Joe Leeway e Tom Bailey.
Interpretada por Wayne Wonder.

13 - Slave to Love
Escrita por Bryan Ferry.
Interpretada por Elan.

14 - My Little Grass Shack in Kealakekua Hawaii
Escrita por Johnny Noble, Bill Cogswell e Tommy Harrison.
Interpretada por Leon Redbone with Ringo Starr.

15 - My Sweet Sweet
Interpretada por The Maile Serenaders.

16 - Do You Realize??
Escrita por Wayne Coyne, Steven Drozd, Michael Ivins e David Fridman.
Interpretada por The Flaming Lips.

17 - Rub a Dub
Escrita por Nick Hexum.
Interpretada por 311.

18 - Happy Birthday to You
Escrita por Mildred J. Hill e Patty S. Hill.

19 - Underneath It All
Escrita por Gwen Stefani e David A. Stewart.
Interpretada por No Doubt.

20 - I Melt with You
Escrita por Robert James Grey, Stephen James Walker, Michael Frances Conroy, Gary Frances McDowll e Richard Ian Brown.
Interpretada por Jason Mraz.

21 - Hands Off She's Mine
Escrita por Roger Charlery, Andy Cox, Everett Morton, David Steele e David Wakeling.
Interpretada por English Beat.

22 - Lips Like Sugar
Escrita por Ian McCulloch, William Sergeant, Leslie Pattinson e Pete De Freitas.
Interpretada por Seal.

23 - Friday I'm in Love
Escrita por Robert J. Smith, Simon Gallup, Paul S. Thompson, Boris Williams e Perry Bamonte.
Interpretada por Dryden Mitchell.
Original de The Cure.

24 - Your Love (L.O.V.E. Reggae Mix)
Escrita por John Frederick Spinks.
Interpretada por Wyclef Jean.

25 - Ula's Luau Song
Escrita por Adam Sandler e Rob Schneider.

26 - Baby
Escrita por Wyclef Jean, Jerry Duplessis e Sheldon Harris.
Interpretada por Wyclef Jean.

27 - Forgetful Lucy
Escrita por Adam Sandler, Allen Covert e Tim Herlihy.

28 - Drive
Escrita por Ric Ocasek.
Interpretada por Ziggy Marley.

29 - Every Breath You Take
Escrita por Sting.
Produced and Interpretada por UB40.

30 - They Call the Wind Mariah
Escrita por Alan Jay Lerner e Frederick Loewe.
Interpretada por Harve Presnell.

31 - Love Song
Escrita por Robert J. Smith, Laurence Tolhurst, Simon Gallup, Porl Thompson, Boris Williams e Roger O'Donnell
Interpretada por 311.

32 - True
Escrita por Gary Kemp.
Interpretada por Will i Am e Stacy Ferguson.

Download da trilha sonora

http://2.bp.blogspot.com/-ooKifsALaxc/TmaLY6za8MI/AAAAAAAAC9w/tNtpeUX9jE0/s1600/70.png

Obs.: nos créditos do filme uma música que não está na trilha sonora é tocada. A música é uma nova versão da famosa "Somewhere Over the Rainbow" de O Mágico de Oz. Essa nova versão é interpretada por Israel Kamakawiwo'ole.

É possível sonhar com você.



Pra Sonhar

Quando te vi passar fiquei paralisado
Tremi até o chão como um terremoto no Japão
Um vento, um tufão
Uma batedeira sem botão
Foi assim viu
Me vi na sua mão

Perdi a hora de voltar para o trabalho
Voltei pra casa e disse adeus pra tudo que eu conquistei
Mil coisas eu deixei
Só pra te falar
Largo tudo

Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra sonhar
Pra sonhar

O que era sonho se tornou realidade
De pouco em pouco a gente foi erguendo o nosso próprio trem,
Nossa Jerusalém,
Nosso mundo, nosso carrossel
Vai e vem vai
E não para nunca mais

De tanto não parar a gente chegou lá
Do outro lado da montanha onde tudo começou
Quando sua voz falou:
Pra onde você quiser eu vou
Largo tudo

Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra contar

Domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra contar
Pra contar

(Marcelo Jeneci)

domingo, 4 de setembro de 2011

Vestibulando digital - Matemática - DVD 1 - 2 - 3 (updated)

http://3.bp.blogspot.com/-2TOmOvPzS38/TmNtkHox1bI/AAAAAAAAC9Y/78Qeo_tMj9g/s1600/VestibulandoDigitalMatemTica2.jpg

DVD 1 - iso

1. Potenciação
2. Radiciação
3. Fatoração
4. Conjuntos
5. Funções
6. Propriedades das Funções
7. Funções do 1º e 2º Graus
8. Inequações do 1º e 2º Graus
9. Vértice da parábola
10. Função Exponencial e Logaritmos
11. Função Logarítmica
12. Módulo em um número real
13. Progressão Aritmética
14. Progressão Aritmética II
15. Progressão Geométrica
16. Progressão Geométrica II
17. Matrizes
18. Matrizes e determinantes
19. Geometria analítica
20. Equação da reta
21. Estudo da reta

Links

Reupando

DVD 2 - iso

1.Geometria Plana
2.Geometria Plana II: Relações Angulares em Triângulos
3.Polígonos e Quadriláteros Notáveis
4.Teorema de Tales, Semelhança de Triângulos e Teorema de Pitágoras.
5.Lugares Geométricos
6.Áreas de Figuras Planas
7.Relações Trigonométricas nos Triângulos e Retângulos
8.Funções Trigonométricas no ciclo Trigonométrico I
9.Funções Trigonométricas no ciclo Trigonométrico II
10.Arcos
11.Relações Trigonométricas nos Triângulos Quaisquer
12.Circunferência
13.Crônicas
14.Primas e Cilindros
15.Pirâmides
16.Cones e Troncos
17.Esfera e partes
18.Feometria

Links

parte 1 http://www.mediafire.com/download.php?32686kaqq5vw87s
parte 2 http://www.mediafire.com/download.php?ziqcq7583e3x7np
parte 3 http://www.mediafire.com/download.php?sraz6sdkevdedw6
parte 4 http://www.mediafire.com/download.php?szz2z9z6q6ismzz
parte 5 http://www.mediafire.com/download.php?c6r957v0a8afaj8
parte 6 http://www.mediafire.com/download.php?abcnasfw016pf91
parte 7 http://www.mediafire.com/download.php?3bpj4m3iahh2mas
parte 8 http://www.mediafire.com/download.php?u107nzda6jds657
parte 9 http://www.mediafire.com/download.php?nc52ombgne7yzu9
parte 10 http://www.mediafire.com/download.php?aw48ci2j4bml8kx
parte 11 http://www.mediafire.com/download.php?505r34qpmsfourh
parte 12 http://www.mediafire.com/download.php?29qqlytieppsk4z
parte 13 http://www.mediafire.com/download.php?nbc7zm93ycrjv37
parte 14 http://www.mediafire.com/download.php?402bcy10qq6q2vq
parte 15 http://www.mediafire.com/download.php?ru15foxkq8zfkn6
parte 16 http://www.mediafire.com/download.php?6ktqsarzxdgrdi6
parte 17 http://www.mediafire.com/download.php?pp0tutctxu211dv
parte 18 http://www.mediafire.com/download.php?tcs2qk2sjklqon2
parte 19 http://www.mediafire.com/download.php?eix6cplhnv47cr9
parte 20 http://www.mediafire.com/download.php?p4kchh62yv5tk4n

DVD 3 - iso

1.Análise Combinatória - Fatoração
2.Análise Combinatória - Binômio de Newton
3.Probabilidade I
4.Probabilidade II
5.Média Aritmética
6.Grandezas Proporcionais
7.Regras de Três: Simples e Composta
8.Juros
9.Conjuntos Numéricos
10.Números Complexos
11.Função Polinomial
12.Polinômios
13.Equações Algébricas
14.Determinantes
15.Sistemas Lineares
16.Análise Dimensional

Torrent
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sábado, 3 de setembro de 2011

Teoria da Conspiração - Espionagem e Sabotagem no Brasil


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Desde a década de 1980, o Brasil trabalha na construção de um foguete nacional capaz de colocar satélites em órbita. Em 1997, foi testado o primeiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1). Explodiu poucos segundos após a decolagem. Em 1999, outro teste e mais uma explosão. Na terceira tentativa, em 22 de agosto de 2003, nem deu tempo de começar a contagem regressiva. O foguete explodiu três dias antes do lançamento, quando estava sendo preparado na base de Alcântara, no Maranhão. O comando da Aeronáutica investigou e concluiu que o acidente foi causado por uma falha elétrica. O problema é que o relatório oficial não convenceu todo mundo. Especialistas em pesquisas espaciais desconfiam que o programa brasileiro foi sabotado. Um complô estrangeiro teria completado a sua missão em território nacional? Alguns fatos indicam que sim, segundo a teoria verde-amarela. E, certamente, você já encontrou o nosso principal suspeito em outras páginas deste livro.

Para entender o nascimento da teoria, é preciso voltar a agosto de 2003. Logo depois do incidente, enquanto os destroços ainda queimavam, já havia fontes militares descartando a hipótese de sabotagem. Oficialmente, o defeito no foguete ocorreu sozinho. Os mais desconfiados rapidamente alertaram que uma detonação espontânea seria difícil, pois ainda faltavam três dias para o lançamento e o combustível fora escolhido de forma a minimizar o risco de explosões. Até aqui, tudo é fato. Os conspirólogos trabalham em cima das próximas informações, uma mistura de episódios reais e especulações. Embora tenha eliminado a possibilidade de sabotagem, a Aeronáutica havia cancelado o lançamento algumas vezes, sem dar nenhuma explicação. Dias antes, os militares brasileiros também fizeram um levantamento sobre estrangeiros registrados em hotéis de São Luis. Há quem diga que cerca de 20 americanos estavam hospedados em Alcântara naquela semana, algo incomum na pequena cidade.

O súbito interesse turístico por Alcântara apontaria o país de origem dos prováveis conspiradores: os Estados Unidos. Os americanos não simpatizam com iniciativas estrangeiras de desenvolvimento de foguetes. Se você já brincou com o Google Earth na internet, deve ter sacado que as imagens de satélite permitem xeretar o quintal alheio com uma qualidade bastante boa. Do mesmo modo, quem consegue colocar sozinho seus satélites em órbita pode espiar onde quiser. Mais ou menos como os Estados Unidos e a Rússia, pioneiros da corrida espacial, fazem desde a década de 1960. A tecnologia de um foguete como o VLS é essencialmente a mesma usada em mísseis de longa distância, como os que carregam armas nucleares. Isso também não interessa aos americanos, que pregam o desarmamento, mas não abrem mão dos seus arsenais.

Atualmente, a base de Alcântara é considerada o melhor espaçoporto do mundo em localização geográfica. Por estar próxima à linha do Equador, permite uma economia de até 30% de combustível nos foguetes. Na prática, isso significa gastar menos ou poder mandar para o espaço cargas mais pesadas. Como os Estados Unidos são os donos da maior parte do lucrativo mercado de lançamento de satélites comerciais, eles tentaram, em 2001, fechar um acordo para “alugar” a base brasileira para seus lançamentos. Mas havia vários detalhes importantes no acordo de salvaguardas tecnológicas proposto. Um deles determinava que nenhum brasileiro poderia fazer inspeções no que estivesse sendo trazido dos Estados Unidos para Alcântara. A proposta gerou muitos debates no Congresso e foi engavetada como violação da soberania nacional.

Menos de uma semana após a explosão em Alcântara, a tese de sabotagem tomou vulto em duas notinhas da coluna do jornalista Cláudio Humberto – publicada em vários jornais do país. No dia 27 de agosto, foi citado Ronaldo Schlichting, pesquisador da corrida espacial e perito em armas. Dizia a nota: “Schlichting sugere bala do fuzil Barret .50, que alcança 3 quilômetros, como possível ‘impacto de objeto no foguete’”. No dia seguinte, outra referência à sabotagem, desta vez nas palavras de um professor do Centro Tecnológico da Aeronáutica. “O cientista Edison Bittencourt nega ‘ignição espontânea’ num dos quatro motores do foguete que explodiu em Alcântara. Sugere onda eletromagnética disparada do espaço ou de pequeno dispositivo, inserido no motor e controlado a distância”, escreveu o colunista.

É possível destruir um foguete com o apertar de um botão, aproveitando uma falha de segurança na informática? Pedro Antonio Dourado de Rezende, professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília, acredita que sim. “Bastaria uma rápida e certeira transmissão, até por radiofreqüência de um ponto escondido em algum canto da base, neste caso indevassável, para que um serviço de inteligência estrangeiro pudesse ‘crackear’ a comunicação brasileira visando uma sabotagem dessa magnitude, sem deixar pistas”, disse em um artigo publicado no site Observatório da Imprensa.

Como não puderam transformar Alcântara em seu playground espacial, os americanos teriam radicalizado. A explosão do terceiro VLS matou 21 técnicos e engenheiros altamente especializados – gente que não existe aos montes aqui nem em qualquer lugar do mundo. Estima-se que serão necessários dez anos para formar uma nova geração brasileira de cérebros tão capacitados. Mas o programa espacial brazuca continua. O governo prometeu para 2006 o próximo lançamento do VLS. Será uma excelente oportunidade de testar a tese conspiratória.


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Fonte: Super Interessante

O que temos nas escolas.

É preocupante a autonomia do comportamento nas demonstrações de "direito de uso" do corpo. O apoio irrestrito da maioria dos colegas ao "ser esperto, desenrolado... hot" é um status a ser adquirido, parece que a qualquer preço. Projetar-se no conceito do grupo pode causar danos irreversíveis à reputação e a auto estima. Vivemos um momento de substituição de valores e mudança cultural, mas os princípios tradicionais permanecem no inconsciente coletivo e então gera-se o conflito.

Os adolecentes mostram no controle da dança sesual o total descontrole da família sobre seu comportamento ético.

A música da "nova cultura" em nada mantém a tradição da boa música e poesia brasileira. Mesmo podendo ouvir na rua as músicas que tocam nos vídeos abaixo, advertimos que a letra pode ser agressiva para alguns e certamente não tem audiência indicada para menores de 16 anos.



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Os modelos que temos vem causando a confusão. A sensualidade nunca foi tão valorizada para adquirir posição de destaque. É pelo sexo que se demonstra o poder de uso do corpo, a manipulação das vontades, e o que há de melhor para ser mostrado sem esforço.

A profissional de ensino na Bahia em um momento de descontração esquece que não se "está" professora, se vive a profissão em tempo integral. Na comunidade onde o professor é modelo de pessoa, as crianças espelham-se em seu comportamento também fora da sala de aula.




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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O valor da preservação

artigo

Marcos Miliano *

A Ilha de Tatuoca está a 52 km de Recife, na Baía de Suape. Lugar paradisíaco, de areias ainda brancas e de pessoas quase felizes. Mais de 50 famílias em Tatuoca vivem como se vivia por aqui há 200 anos. Uma comunidade de casas de taipa, que recebem o “progresso” na velocidade da luz, com a chegada da energia elétrica a pouco mais de dois anos, veio também o DVD, a TV e outros eletrodesejáveis. No entanto as pessoas de lá, ainda vivem sustentavelmente na natureza quase intocada, trabalhando entre o mar e o rio, na coleta de frutos, pesca e agricultura familiar.

Antes de ser criada uma ligação física com o continente, pelas obras do primeiro estaleiro, chegava-se em Tatuoca, a partir do mais próximo núcleo urbano, trilhando seis quilômetros pelas estradinhas de terra, até o mangue, depois (na parte mais estreita do rio) cruzando 900m numa jangadinha, até novamente o mangue, e então andar até a casa mais próxima. Esse isolamento deixou a comunidade parada no tempo, imune às influências diretas da cidade.

A ilha não tem ruas, saneamento ou posto de saúde, mas tem uma escolinha que também é o lugar de reunião da associação de moradores, e onde se consegue água potável. Tem ainda com menos recursos que as outras escolas do entorno, ensina até a quarta série, mas os alunos normalmente enfrentam dificuldade quando chegam a 5ª série, em Ipojuca ou Cabo. Dificuldade em ler.

A comunidade agora, semicapitalista preserva ainda a boa vontade, a hospitalidade e outras características comuns ao “bom selvagem”. Quem vive ali, o faz por uma opção naturalmente afetiva e espiritual, fazendo igual aos primeiros moradores que chegaram lá antes de 1645.

Encostada a si, está o Porto de Suape, um gigante com seu moderno terminal de cargas e indústrias, capitalista, totalmente dotado de toda infraestrutura que a tecnologia pode proporcionar. É responsável pelo êxito de Pernambuco e dos Governos nos anos vindouros, pela oferta do crescimento econômico, fazendo essa parte do Brasil, mais uma vez ser vista pelo mundo, como no período colonial.

Não estou aqui para dizer que Suape não é bom para Pernambuco. Mas o que me preocupa é essa política ambiental particular de Suape, e também sua política com as comunidades que estão e estavam onde é hoje o Complexo Industrial Portuário. Mais de uma dezena foi removida nos últimos trinta anos, resta a comunidade de Nsª Senhora do Ó e Tatuoca. Comunidades tradicionais, descendentes de nativos, moradores há várias gerações.

É irreversível o processo de degradação da ilha, e logo não será um bom lugar para viver. O Rio Tatuoca, agoniza e logo, o também tradicional e mais conhecido, Rio Massangana também morrerá. Os moradores da comunidade deverão sim, sair para a vila que se encomenda para eles ou para outro lugar, que seja mais feliz.

Não quero nem falar da valoração do ambiente, agora um ativo da economia ecológica, um bem para a população em geral. Mas quando o debate contemporâneo gira em torno de preservação ambiental, com a criação de instrumentos econômicos que articulam e premiam a conservação da vegetação, e benefícios tributários e creditícios são destinados a estimular o mercado de serviços ambientais, por redução das emissões de gases do efeito estufa, pelo não desmatamento e não degradação fica difícil deixar de associar esses benefícios aos moradores, pela preservação da ilha, que ainda guarda muita mata atlântica e todo o mangue originais, do restinho que sobrou no país. Mas eles não têm a promessa de ganhos pecuniários justos, nem por seus sítios, quanto mais pela preservação!

Não quero falar do código florestal, que protege a ilha, ou da proteção que recebe os vestígios arqueológicos no seu solo, ainda por prospectar. Nem quero falar da obrigação do Governo de “atender as necessidades das pessoas, permitindo melhores condições de vida, sem comprometer a qualidade ambiental e o atendimento das necessidades das gerações futuras”. Só quero que vejam que a ilha provinha qualidade de vida, comida em abundância, segurança, manutenção da cultura tradicional, para seus moradores que por sua condição de não letramento, não conseguirão o mesmo de nenhum emprego que conquistem ou que seja “arranjado”.

Quero que olhem para os idosos da comunidade que choram toda vez que se fala em realocação. A ilha é referência de vida, lugar afetivo de todas as famílias, é lugar histórico da chegada de colonizadores, do genocídio dos Caetés, de batalhas dos holandeses, do tráfico de escravos e sítio pré-histórico de tribos indígenas. As primeiras terras distribuídas em Pernambuco, pelo primeiro donatário incluíam a ilha no lote destinado a Tristão de Mendonça, possível fundador do Engenho Massangana.

Agora receberá em suas terras o segundo estaleiro, isso quer dizer mais degradação, barulho, poeira, mais “peões” invadindo os sítios, retirando frutos, sujando, badernando, insultando as moças. E mais recentemente, me conta o líder da associação dos moradores, levam drogas pra lá. Edson, preocupado com a segurança da comunidade começou a restringir essa entrada de estranhos na comunidade, e agora recebe ameaças anônimas pelo celular, à sua esposa e filhos. Estão pensando em deixar tudo e sair, naturalmente intimidados pela violência.

O problema social não está apenas em Tatuoca. Suape deverá dar atenção também aos trabalhadores que vêm de outras regiões para trabalhar nas obras das empresas, esses “peões” depois de concluídas as obras, formarão mais uma favela em Pernambuco, pois vem com suas famílias, e se contabilizarmos uma média de 100 trabalhadores em cada um dos 300 canteiros de obras em Suape e entorno, teremos o caos instalado nos próximos anos.

Mas tudo isso passa longe de nós, paciente leitor. Também quem formula as políticas ou quem dirige o processo de “desenvolvimento” reinante, está alheio ao problema, não sente de dentro do ar condicionado de suas salas, o aumento da temperatura, pelo desmatamento na ilha de Tatuoca, nem a água ficando salobra nas cacimbas, ou as árvores morrendo em seus quintais. Nos passa fácil, a preocupação, pois não está acontecendo em nossas casas, nem com nossas famílias essa interferência indesejada do progresso. Talvez quando o primeiro desastre ecológico chegar às praias badaladas de Pernambuco (e vai chegar) notaremos o que renomados pesquisadores como Clovis Cavalcanti, já diziam há 30 anos.

* Bacharel em ciências sociais pela UFRPE.