segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Taxilunar Music IV

As músicas postadas no site, mais recentemente num único arquivo para baixar.

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Título do Album: Taxilunar Music IV
Ano: 2009
Gravadora: Você S/A
Gênero: Soundtrack / Rock / Pop / Blues
Qualidade: LAME 3.97 / -V2 –vbr-new
Bitrate: 196 Kbps / 44.1 KHz / Joint Stereo
Tempo total: 53:34 min
Tamanho: 63mb
Compactado em rar (download do descompactador)


lista:

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sábado, 28 de novembro de 2009

Snegami

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Você no mundo,...

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...e o mundo em você.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

DO CACIQUE AO PRESIDENTE - 1855

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Esta carta foi escrita, em 1855, por um índio norte-americano, de nome Seattle, cacique da tribo Duwamish, para o então Presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce. Hoje, paraísos são destruidos em nome do desenvolvimento, como a ilha de Tatuoca, no litoral de Pernambuco. Esta carta, certamente contextualizada iria servir perfeitamente para o poder público entender o que está fazendo.



O Grande Chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. O Grande Chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa da nossa amizade. Vamos, porém, pensarem sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra.

O Grande Chefe de Washington pode confiar no que o Chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas - elas nuca empalidecem. Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Se não somos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho.

O homem branco esquece a sua terra natal, quando, depois de morto vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia – são nossos irmãos. As cristas rochosas, os sumos das campinas, o calor que emana do corpo de um mustang, o homem - todos pertencem à mesma família. Portanto quando o Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós.

O Grande Chefe manda dizer que irá reservar para nós um lugar em que possamos viver confortavelmente. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto vamos considerar a tua oferta de comprar nossa terra. Mas não vai ser fácil, não. Porque esta terra é para nós sagrada.

Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais. Se te vendemos a terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e terás de ensinar a teus filhos que é sagrada e que cada reflexo espectral na água límpida dos lagos conta os eventos e as recordações da vida de meu povo. O rumorejar da água é a voz do pai de meu pai. Os rios são irmãos, eles apagam nossa sede.

Os rios transportam nossas cargas e alimentam nossos filhos. Se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar e ensinar a teus filhos que os rios são irmãos nossos e teus, e terás de dispensar aos rios a afabilidade que darias a um irmão. Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote e terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mais sim sua inimiga, e depois de a conquistar, ele vai embora. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e nem se importa.

Arrebata a terra das mãos de seus filhos e não se importa. Ficam esquecidos a sepultura de seu pai e o direito de seus filhos à herança. Ele trata sua mão - a terra, e seu irmão - o céu, como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante.

Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto: Não sei. Nossos modos diferem dos teus. A vista de tuas cidades causa tormento aos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que de nada entende. Não há sequer um lugar calmo nas cidades do homem branco. Não há lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o tinir das asas de um inseto. Mas talvez assim seja por ser eu um selvagem que nada compreende.

O barulho parece insultar os ouvidos. E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento, purificado por uma chuva do meio-dia, ou recendendo o pinheiro. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem.

O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu ao nosso bisavô o seu primeiro sopro de vida, também recebe seu último suspiro. E se te vendermos a nossa terra, deverás mantê-la reservada, feita santuário, como um lugar em que o próprio homem branco possa ir saborear o vento, adoçado coma fragrância das flores campestres. Assim pois, vamos considerar tua oferta para comprar a nossa terra. Se decidirmos aceitar, farei uma condição: O homem branco deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e desconheço que possa ser de outro jeito.

Tenho visto milhares de bisões apodrecendo na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem em movimento. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante do que o bisão que nós, os índios, matamos apenas para o sustento de nossa vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais logo acontece ao homem. Tudo está relacionado entre si.

Deves ensinar a teus filhos que o chão debaixo de teus pés são as cinzas de nossos antepassados. Para que tenham respeito ao país, conta a teus filhos que a riqueza da terra são as vidas da parentela nossa. Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe.

Tudo quanto fere a terra fere os filhos da terra. Se os homens cospem no chão, cospem sobre eles próprios. De uma coisa sabemos: a terra não pertence ao homem, é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama de vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo que ele fizer à trama, a si próprio fará.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Diário de um detento

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"São Paulo, dia 1º de outubro de 1992, 8h da manhã.
Aqui estou, mais um dia.
Sob o olhar sanguinário do vigia.
Você não sabe como é caminhar com a cabeça na mira de uma HK.
Metralhadora alemã ou de Israel.
Estraçalha ladrão que nem papel.
Na muralha, em pé, mais um cidadão José.
Servindo o Estado, um PM bom.
Passa fome, metido a Charles Bronson.
Ele sabe o que eu desejo.
Sabe o que eu penso.
O dia tá chuvoso. O clima tá tenso.
Vários tentaram fugir, eu também quero.
Mas de um a cem, a minha chance é zero.
Será que Deus ouviu minha oração?
Será que o juiz aceitou a apelação?
Mando um recado lá pro meu irmão:
Se tiver usando droga, tá ruim na minha mão.
Ele ainda tá com aquela mina.
Pode crer, moleque é gente fina.
Tirei um dia a menos ou um dia a mais, sei lá...
Tanto faz, os dias são iguais.
Acendo um cigarro, vejo o dia passar.
Mato o tempo pra ele não me matar.
Homem é homem, mulher é mulher.
Estuprador é diferente, né?
Toma soco toda hora, ajoelha e beija os pés,
e sangra até morrer na rua 10.
Cada detento uma mãe, uma crença.
Cada crime uma sentença.
Cada sentença um motivo, uma história de lágrima,
sangue, vidas e glórias, abandono, miséria, ódio,
sofrimento, desprezo, desilusão, ação do tempo.
Misture bem essa química.
Pronto: eis um novo detento
Lamentos no corredor, na cela, no pátio.
Ao redor do campo, em todos os cantos.
Mas eu conheço o sistema, meu irmão, hã...
Aqui não tem santo.
Rátátátá... preciso evitar
que um safado faça minha mãe chorar.
Minha palavra de honra me protege
pra viver no país das calças bege.
Tic, tac, ainda é 9h40.
O relógio da cadeia anda em câmera lenta.
Ratatatá, mais um metrô vai passar.
Com gente de bem, apressada, católica.
Lendo jornal, satisfeita, hipócrita.
Com raiva por dentro, a caminho do Centro.
Olhando pra cá, curiosos, é lógico.
Não, não é não, não é o zoológico
Minha vida não tem tanto valor
quanto seu celular, seu computador.
Hoje, tá difícil, não saiu o sol.
Hoje não tem visita, não tem futebol.
Alguns companheiros têm a mente mais fraca.
Não suportam o tédio, arruma quiaca.
Graças a Deus e à Virgem Maria.
Faltam só um ano, três meses e uns dias.
Tem uma cela lá em cima fechada.
Desde terça-feira ninguém abre pra nada.
Só o cheiro de morte e Pinho Sol.
Um preso se enforcou com o lençol.
Qual que foi? Quem sabe? Não conta.
Ia tirar mais uns seis de ponta a ponta (...)
Nada deixa um homem mais doente
que o abandono dos parentes.
Aí moleque, me diz: então, cê qué o quê?
A vaga tá lá esperando você.
Pega todos seus artigos importados.
Seu currículo no crime e limpa o rabo.
A vida bandida é sem futuro.
Sua cara fica branca desse lado do muro.
Já ouviu falar de Lucífer?
Que veio do Inferno com moral.

Um dia... no Carandiru, não... ele é só mais um.
Comendo rango azedo com pneumonia...
Aqui tem mano de Osasco, do Jardim D'Abril, Parelheiros,
Mogi, Jardim Brasil, Bela Vista, Jardim Angela,
Heliópolis, Itapevi, Paraisópolis.
Ladrão sangue bom tem moral na quebrada.
Mas pro Estado é só um número, mais nada.
Nove pavilhões, sete mil homens.
Que custam trezentos reais por mês, cada.
Na última visita, o neguinho veio aí.
Trouxe umas frutas, Marlboro, Free...
Ligou que um pilantra lá da área voltou.
Com Kadett vermelho, placa de Salvador.
Pagando de gatão, ele xinga, ele abusa
com uma nove milímetros embaixo da blusa.
Brown: "Aí neguinho, vem cá, e os manos onde é que tá?
Lembra desse cururu que tentou me matar?"
Blue: "Aquele puta ganso, pilantra corno manso.
Ficava muito doido e deixava a mina só.
A mina era virgem e ainda era menor.
Agora faz chupeta em troca de pó!"
Brown: "Esses papos me incomoda.
Se eu tô na rua é foda..."
Blue: "É, o mundo roda, ele pode vir pra cá."
Brown: "Não, já, já, meu processo tá aí.
Eu quero mudar, eu quero sair.
Se eu trombo esse fulano, não tem pá, não tem pum.
E eu vou ter que assinar um cento e vinte e um."
Amanheceu com sol, dois de outubro.
Tudo funcionando, limpeza, jumbo.
De madrugada eu senti um calafrio.
Não era do vento, não era do frio.
Acertos de conta tem quase todo dia.
Ia ter outra logo mais, eu sabia.
Lealdade é o que todo preso tenta.
Conseguir a paz, de forma violenta.
Se um salafrário sacanear alguém,
leva ponto na cara igual Frankestein
Fumaça na janela, tem fogo na cela.
Fudeu, foi além, se pã!, tem refém.
Na maioria, se deixou envolver
por uns cinco ou seis que não têm nada a perder.
Dois ladrões considerados passaram a discutir.
Mas não imaginavam o que estaria por vir.
Traficantes, homicidas, estelionatários.
Uma maioria de moleque primário.
Era a brecha que o sistema queria.
Avise o IML, chegou o grande dia.
Depende do sim ou não de um só homem.
Que prefere ser neutro pelo telefone.
Ratatatá, caviar e champanhe.
Fleury foi almoçar, que se foda a minha mãe!
Cachorros assassinos, gás lacrimogêneo...
quem mata mais ladrão ganha medalha de prêmio!
O ser humano é descartável no Brasil.
Como modess usado ou bombril.
Cadeia? Claro que o sistema não quis.
Esconde o que a novela não diz.
Ratatatá! sangue jorra como água.
Do ouvido, da boca e nariz.
O Senhor é meu pastor...
perdoe o que seu filho fez.
Morreu de bruços no salmo 23,
sem padre, sem repórter.
sem arma, sem socorro.
Vai pegar HIV na boca do cachorro.
Cadáveres no poço, no pátio interno.
Adolf Hitler sorri no inferno!
O Robocop do governo é frio, não sente pena.
Só ódio e ri como a hiena.
Ratatatá, Fleury e sua gangue
vão nadar numa piscina de sangue.
Mas quem vai acreditar no meu depoimento?
Dia 3 de outubro, diário de um detento."



Racionais MC’s







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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Luz em Feixe

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Da meninice, o frescor
A obra do escultor
Nem ouro, nem madeira
Mas em ébano, a divina talhadeira
Desenhou beleza que não finda
Na minha bruma surge ainda
Formosa guerreira d'África
Que povoa estória fantástica
Em minha turva visão
Da boca as pérolas num clarão
Com sorriso enfeita minha vida
Fazendo brincadeira querida
De rei e de escravo
Nos lábios que em favo
Untam devaneios de mel
Descobre outrora escondido céu
E planeja noites em dia
Brincando inocente folia
Nas tranças de uma nagô
Aranha na forma de fulô
Que depois muda em peixe
Nada em minha retina, luz em feixe.
E me ensina o que já sei
Sou Besouro, mutante e sensei
No frescor de tua meninice.

(miliano)

A Poesia Viva de Ariano Suassuna


A riqueza retórica e criativa idiossincrática do Mestre Ariano se faz presente, sem susto,
também na poesia. Esse aquivo contém as poesias narradas na voz do autor, em formato mp3.

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Ilha


Em minha ilha
Eu ainda vejo
Que queria ter uma filha,
Pantim, paz e um beijo.
Vejo ainda o por do sol
Com as cores do arrebol,
Fazer-me um caranguejo.
E na ilha sou menino
Sou guerreiro e sou franzino
Sou xié e jacaré
Índio Tucunaré
Que nem um rei de Trancoso
O cristal de sal é minha coroa
E Nas areias da crôa
Assento trono formoso
Nas curvas dessa ilha
Deslizo numa jangada
Chego à entrada encantada
Fazendo da perna uma trilha
E numa lama de amores
Caminho com bota poderosa
A procura de terra rochosa
Com plantação de fulgores
E o sol fica a nascer
Endourando tudo em volta
No diário resplandecer
Reveste os seres da mata
Garça branca
Jandaia verde
Areia franca
Peixe na rede
Maçarico Cinza
Gavião Laranja
Pinta de tinta
Face, peito e franja
Uma estrela corisco e a Lua
Iluminam a minha noite
E na noite da ilha
Som de sinfonia nua
Como se levado um açoite
E andado infindável milha
Durmo em braços de ar
Enrrolo-me em mãos de espuma
E o vento a acariciar
Meu rosto como suave pluma
E volto da ilha...
E não encontro você
Você tá lá na ilha
A ilha pra mim é você.


(Miliano)


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Crianças




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Inocente viajante

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A minha sereia já foi assim.

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Os olhos de um pesquisador

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A menina que existe na linda mulher

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Pétalas que se pode colher sem saber que é amor.

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Eles existem!

Insetos

Para os entomólogos e biologos de plantão...


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A inspiração para o planador


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Multicoloridos... olhos


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Mortal para os inimigos

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A lei do mais forte

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Conversa

Incapaz de perceber detalhes....

Me perguntaram quantas folhas secas eu conseguia encontrar na imagem... me disseram:
três ou quatro. E eu ainda não consegui perceber esses detalhes...!!!

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O tênis da moça é Reebok?

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Dizem que o ideograma na tatuagem significa amor. Que ideograma?
Que tatuagem?! Meu Deus?!?!?! Eu perdi a visão periférica!!!



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terça-feira, 17 de novembro de 2009

-Ensinaram-me que a virtude nasce da fé e não da filosofia!

-Sei disso meu amigo. Sei de cor os discursos com os quais martelam nossas cabeças, desde o berço até a escola e depois do púlpito! "Sejam pobres de espírito, sejam humildes de mente!", "Renegai a razão!", "Apague a luz ofuscante da inteligência que o inflama e o consome... porque quanto mais souber, mais irá sofrer!", "Renuncie aos teus sentidos!", "Seja prisioneiro da Santa Fé!", "Viva como gado!", viver desse jeito é como estar morto!


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Livro Gospel num site de Ateu!!!

[max-lucado1.jpg]

Eu sei, eu sei... inclível né?
Um blog de um ateu, com um livro de escritor evangélico!!!
Minha filha que é evangélica (!!!!), disse que a capa tem um cara que
se parece comigo... e num é que parece?!
Fiquei até querendo cobrar pelo uso da imagem!
Pra fazer seus gostos..., filha, tá aí para download.


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Cavalos*

[ranch.jpg]

Crinas e raios de sol poente
Na nuca forte e delicada
Pelo pendente
Na curva delineada
Escultura de mármore róseo
Fêmea de Corcel

Meu olhar é moldura
Das ricas ancas
Redonda formosura
Passos de danças
Se anda à minha frente
Psicodélica a mente

Encilho-me em tuas costas
Seguro tua crina
Passeia e não trota
Delicada menina
Domo a tua sede
Com passada mente

Peitoral que afronta
Em parceria com as pernas
Desenho que encanta
A brida que te interna
O desejo que não trai,
Mas se interna e não sai.

Pelagem que anda luz
Formas de quarto
Milha que seduz
Manga e Campo
Larga a colina
Em pelo é linda

Orgia dos sentidos
Que abate teu juízo
Mostrar que se contém
De minha volúpia o desdém
Desfila com "a pequena"
Sobre mim como amazona
.


(Miliano)


*Poema ganhador do III concurso de contos e poesias da Universidade Federal Rural de Pernambuco



Download - Elvis Costello & Lucinda Williams - Wild Horses




Wild Horses

A infância é algo fácil de viver
As coisas que você queria, eu as trouxe para você
Dama sem graça, você sabe quem sou eu
Você sabe que não posso deixar você deslizar pelas minhas mãos
Cavalos selvagens, não poderiam me carregar para longe
Selvagens, cavalos selvagens, não poderiam me carregar para longe

Eu assisti você sofrer, uma sombria dor agonizante
Agora você decidiu mostrar para mim o mesmo
Nenhuma saída lígeira para fora das linhas do palco,
Podem me fazer sentir amargurado ou lhe tratar com grosseria
Cavalos selvagens, não poderiam me carregar para longe
Selvagens, cavalos selvagens, não poderiam me carregar para longe

Eu sei, eu sonhei que você era o pecado e a mentira
Eu tenho minha liberdade, mas não tenho muito tempo
Fé tem sido quebrada, lágrimas devem ser choradas
Vamos ver se vivemos antes de morrermos
Cavalos selvagens, não poderiam me carregar para longe
Selvagens, cavalos selvagens, cavalgaremos neles algum dia
Cavalos selvagens, não poderiam me carregar para longe
Selvagens, cavalos selvagens, cavalgaremos neles algum dia


(Rolling Stones)


Download - Horses Wallpaper

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Profundamente

[Ultimo.jpg]


Não preciso te dizer
Você me tem profundamente

E estando aqui dentro, você deve saber

Ouvir cada pensamento, completamente


E vendo meus sonhos

Vê-se você em cada um
Neles dou-te asas quando quiseres voar
Então, quando você pousar

E se vir repousando em mim

É meus braços o teu amparo


Não creio n’alma

E faço então de ti, a minha

E me desamparo se não estás

Sei realmente que mais uma vez
Dou-me sem querer

Pois quando se ama uma mulher
Faz-se dela o teu desejo

E diz a ela isso, e sendo deusa

Faz-te mortal.


Pois quando se ama uma deusa
Faz-se dela a única

E diz a ela isso, e se precisar

Faz-te necessário.


Pois quando se ama uma menina

Faz-se durar para sempre

E diz-lhe que vai.
Pois você realmente a ama.


Seguro teus cabelos

Pela tua nuca me deixo segurar

E te deixo com olho de que precisa ser tocada

Com rosto de quem respira aquilo.


E te respiro contigo

E saboreio-te comigo

Até que tão dentro de ti

Sinto-me correr em teu sangue.


E quando você puder ver

Estando dentro de mim

Teus filhos serão meus

E virá seus olhos nos teus


Segurar-te apertado
Forte, mas terno

do meu-teu templo

Por que estás dentro de mim


Então cuidando de tua morada

Assim repousando

Amparada nos braços

Você saberá que realmente amo você


(Miliano)



Download

eu-em-meu SER

[ser+poeta.jpg]

Eu sinto, eu pinto,
Eu vejo, eu perco,
Eu erro, me alegro,
Imito, e minto...
Sou humana, vivo!

Eu amo, Eu "paixono",
Eu vejo, Eu desejo,
Sinto dor, sinto medo.
Sou ao vento, coração de pano.
Rasgo fácil, enfrento enganos.
Sou poeta, vivo!

Sou desenho, Sou poema,
Sou papel, caneta e pena.
Sou nuvem, Sou reflexo,
Sou miragem, sou anexo,
Sou milênio, sou silêncio.
Vivo, e em fim
Sal - Dade.


(Ariel Isaura -minha filha)

MP3 - Download






50.000 músicas para baixar.

Que diz o Dr. Robert Hare sobre Psicopatas


Dr Robert Hare:

"É enorme o sofrimento social, econômico e pessoal causado por algumas pessoas cujas atitudes e comportamento resultam menos das forças sociais do que de um senso inerente de autoridade e uma incapacidade para conexão emocional do que o resto da humanidade. Para estes indivíduos - os psicopatas - as regras sociais não são uma força limitante, e a idéia de um bem comum é meramente uma abstração confusa e inconveniente".

“Eles andam pela sociedade como predadores sociais, rachando famílias, se aproveitando de pessoas vulneráveis, deixando carteiras vazias por onde passam”.

“O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão se entender. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato”.

“Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como “porque ela é bonita”, “porque o sexo é ótimo” ou “porque ela está sempre lá quando preciso”. As emoções estão para o psicopata assim como está o vermelho para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las”.

Em casos mais graves o psicopata pode praticar canibalismo, rituais sádicos de tortura e assassinatos, inclusive os em série. Há um consenso que as formas extremas de sociopatia violenta são intratáveis e que seus portadores devem ser confinados em celas especiais para criminosos insanos por toda a vida.

“O psicopata é incurável, pelos meios tradicionais de terapia. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que o psicologo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento”.



Taxilunar diz: Será que essas características são diversas do que encontramos no cotidiano? Nas pessoas de um modo geral? Talvez esses "sofrimentos sociais" sejam mais causadores desses transtornos que pensamos. A sociedade contemporânea tem atores onde "a idéia de um bem comum é meramente uma abstração confusa e inconveniente"...


  • O site do Dr. Robert Hare
  • O que a Wikipédia diz sobre Robert Hare
  • Download de uma entrevista feita pela Revista Veja com o Dr. Robert Hare
  • Uma narrativa encontrada na net sobre o que parece ser o modus operandi dos psicopatas
  • Revista SuperInteressante sobre Psicopatas Link 1: Download | Link 2: Download | Link 3: Download


domingo, 8 de novembro de 2009

Johnny Got His Gun - JOHNNY VAI À GUERRA

Um filme que todos deveriam assistir.

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Título Original: Johnny Got His Gun
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 111 min
Ano de Lançamento: 1971
Qualidade: DVDRip

Sinopse: Primeiro e único filme dirigido pelo escritor e roteirista Dalton Trumbo, uma das grandes vítimas do Macarthismo, ”Johnny Vai à Guerra” criou a figura do soldado sem nome como uma metáfora de todos os homens que perderam a vida na guerra. A história é narrada em dois níveis, com o preto-e-branco e o colorido, separando a vida e a agonia de um soldado reduzido a um torso em combate, durante a Primeira Guerra Mundial. Por meio de um monólogo interior, conhecemos o que foi a vida do jovem soldado e acompanhamos o que restou de seu corpo, numa sala escura de hospital.


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Funjir

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À ele a inquietação, o tormento...,
E as muitas horas de confusos sentimentos
Eu tento, eu paro, eu penso.
Mas como sol e lua podem se encontar um momento?

Tento fugir, fingir... mas os pensamentos...
Ele sem pudor, lê nos meus movimentos.
Ah, quem dera eu pudesse controlar
Olhos, mãos e toques, que sem som
Debatem inssesantemente.

Minha é a alma totalmente transparente.
E nesse sentimento poético renascente
Minha razão é sem razão
perdida na espuma do tempo...


(Kika)

domingo, 1 de novembro de 2009

CaliFORNICATION

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Querida Karen


Se está lendo isso significa que finalmente tive coragem de enviar, bom pra mim.

Você não me conhece muito bem, mas quando conhecer vai ver que tenho tendência
de
falar e falar sobre como escrever é difícil pra mim.
Mas isso,isso é a coisa mais difícil que já tive que escrever.
Não tem um jeito fácil de falar isso, então vou só falar: Conheci alguém. Foi acidental, eu não estava à procura, eu não estava à caça. Foi uma tempestade perfeita.
Ela disse uma coisa, eu disse outra.
Em seguida eu soube que queria passar o resto da vida naquela conversa. Agora tenho essa sensação no peito. Pode ser ela. Ela é totalmente louca, de um jeito que me faz sorrir, altamente neurótica. Bastante manutenção necessária. É você, Karen.
Essa é a boa notícia. A má é que não sei como ficar com você agora.
E isso me assusta pra caralho. Porque se eu não ficar com você agora, tenho a sensação de que vamos nos perder por aí.
É um mundo grande, malvado, cheio de reviravoltas, e as pessoas tem um jeito de
piscar e perder o momento, o momento que podia ter mudado tudo. Eu não sei o que está acontecendo com a gente, e não sei te dizer por que você devia arriscar um salto no escuro pra gostar de mim, mas, porra, você cheira bem, como um lar. E você faz um café ótimo, isso deve contar pra algo, certo?
Me liga.


Infielmente seu,


Hank Moody.



(Californication S02E10)